Deicmar irá neutralizar as emissões de carbono de sua participação na Intermodal

Responsabilidade e compromisso com as questões ambientais, esta vem sendo a marca da DEICMAR em suas participações na Intermodal. Nesta 20ª edição do evento a DEICMAR irá neutralizar pela 4ª vez consecutiva as emissões de carbono referentes à sua participação no evento. Esta compensação é referente às emissões geradas pela montagem seu estande, consumo de energia elétrica e o deslocamento de sua equipe até o Transamérica ExpoCenter em São Paulo.

Para esta iniciativa a DEICMAR contratou a Neutralize Carbono, empresa especializada em projetos de Neutralização de Emissões, com metodologia pioneira que promove a alocação definitiva de Reduções Certificadas de Emissões (créditos de carbono), garantindo assim uma neutralização real, imediata e verificável.

Com 20 anos de história, a Intermodal South America é o 2º maior evento do mundo para os setores de logística, transporte de cargas e comércio exterior. O evento reúne, em três dias, os principais players do mercado nacional e internacional, impulsionando negócios, parcerias e networking. A Deicmar é um deles, com presença constante no evento se destaca pela apresentação de suas práticas ambientais coordenadas pela DEICMAR Ambiental.

Neste evento a DEICMAR irá neutralizar mais de 2 toneladas de CO2, totalizando ao longo destes últimos 4 anos a compensação de 6.590 kg de gases de efeito estufa. Como forma de garantir a credibilidade desta iniciativa a Neutralize Carbono entrega um certificado de neutralização, o qual trás informações sobre o calculo realizado, a origem dos créditos de carbono usados na compensação e a metodologia utilizada. “Para cada cliente, geramos um certificado único. Ele garante a veracidade do processo e indica o total de carbono que foi neutralizado”, destaca Henrique Mendes, gerente de negócios da empresa.

Entre os dias 1 e 3 de abril 50 mil visitantes devem passar pelos estandes das mais de 600 marcas expositoras, oriundas de mais de 20 países. Os organizadores esperam para este ano um público ainda mais qualificado fortalecendo esta plataforma de networking criada pelo evento.
As inscrições podem ser realizadas pelo site http://www.intermodal.com.br.

 

Anúncios
Publicado em Novidades | Marcado com , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Teleton inova e tem gases de efeito estufa neutralizados

Logo Teleton

A edição deste ano do Teleton, que ocorreu em 25 e 26 de outubro, teve um toque a mais, além do recorde de arrecadação. A novidade é que 100% das emissões de gás carbônico (CO2), diretamente relacionadas à realização do evento, foram neutralizadas. Essa iniciativa foi realizada em parceria com a Neutralize Carbono, empresa especializada em projetos para cálculo e compensação de emissões.

Durante e após o evento, funcionários e voluntários da AACD, além dos organizadores, fizeram o levantamento dos dados necessários para efetuar o cálculo. Ao todo, foram estimadas cerca de 16 toneladas de gases de efeito estufa (GEE) a serem neutralizadas. O cálculo foi realizado com base nos critérios e preceitos da norma ISO 14.064. E, para efetuar a neutralização dessas emissões, seguiu-se o mais elevado critério de confiabilidade — a alocação de créditos de carbono de projetos ambientais certificados — na mesma proporção em que foram estimadas as emissões do evento, equilibrando assim o impacto ambiental.

Para a realização deste cálculo, foram identificadas as potenciais fontes de emissão de carbono (CO2) e, dentre elas, consideradas as seguintes atividades: transporte de máquinas e equipamentos para montagem do palco e cenários, transporte dos funcionários e colaboradores, transporte de pacientes/espectadores para o evento, consumo de energia elétrica, consumo de diesel em geradores de energia, consumo de gás de cozinha para o preparo das refeições e transporte das doações feitas pelas empresas parceiras.

Ao adotar essa iniciativa o Teleton dá um passo importante para tornar o evento ainda mais ligado à sustentabilidade. Ao estimular as doações financeiras de grandes empresas e aplicar estes investimentos nos hospitais e demais centros de atendimento, o aspecto socioeconômico aparece forte. E, iniciando ações como a neutralização das emissões de carbono, o evento passa a fortalecer seu pilar ambiental.

Publicado em Novidades | Marcado com , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Neutralize Carbono na Pequenas Empresas Grandes Negócios

A Neutralize Carbono foi tema de uma matéria sobre destaques em sustentabilidade na edição de novembro da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Confira no link abaixo a matéria publicada e o infográfico que demonstra como funciona nossa solução:

Neutralize Carbono na PEGN

Publicado em Notícias | Marcado com , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

4 bons motivos para sua empresa medir emissões de carbono

Os benefícios da medição vão muito além dos ambientais. Para alguns fornecedores, inclusive, já é necessidade. Veja quatro vantagens para sua empresa pensar no assunto

icone inventarioSão Paulo – Muitos empreendedores ainda não sabem, mas medir as emissões de carbono pode trazer diversos benefícios para o próprio negócio não restritos às questões ambientais. As vantagens são, inclusive, legais e econômicas.

“Isso, antes de ser uma barreira, é um diferencial. Muitas empresas com forte empenho nas questões ambientais se preocupam com a elaboração completa de seus inventários. Neste caso, necessitam dos dados de seus fornecedores para complementarem as próprias estatísticas”, salienta Guy Ladvocat, gerente de Certificação de Sistemas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Nesses casos, ter as informações em mãos pode ser uma necessidade para o negócio. Hoje, em diversos processos de aquisição de bens e serviços, é cada vez mais requerido que os fornecedores sejam certificados ou tenham o inventário da emissão de gases verificado.

Se não por isso, a empresa pode se beneficiar também com vantagens comerciais, particularmente em relação aos gastos com energia e tratamento de dejetos e efluentes.
“A adoção de lâmpadas, aparelhos eletrodomésticos, motores, veículos e máquinas mais eficientes em termos energéticos pode significar uma grande redução de gastos numa empresa”, ressalta Carlos Roberto Sanquetta, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretor do Instituto de Pesquisas em Biomassa e Sequestro de Carbono (Biofix).

Pensar na sustentabilidade, em vários casos, pode ser sinônimo de maior competitividade e melhor imagem da marca no mercado. Veja a seguir quatro razões para fazer a medição de emissões de carbono.

1. Alcance de novos mercados
Esse é um importante fator que o inventário bem feito pode trazer. Além da empresa se manter em solos já conquistados, com os dados em mãos ela consegue ampliar o campo de atuação.
“Lembre-se que muitos clientes importantes somente serão alcançados com a implantação de um sistema de gestão ambiental nas corporações. Essa já é uma exigência de grande parte do mercado”, avalia Sanquetta, da UFPR.
Os dados servem, ainda, para avaliar o desempenho no setor. “Com o inventário disponível no Programa Brasileiro GHG Protocol, muitas empresas têm acesso aos dados de seus concorrentes e podem comparar o seu desempenho”, analisa Ladvocat, da ABNT.

2. Obtenção do Selo Ambiental
Para que a sua empresa tenha um desses selos, tão relevantes nos dias de hoje, a apresentação do inventário de emissões de GEE é um dos requisitos básicos.

3. Antecipação à legislação
“O conhecimento adquirido na elaboração dos primeiros inventários e na sua melhoria contínua permite que a empresa já esteja preparada para futuros marcos regulatórios”, afirma Guy Ladvocat.
Afora isso, a realização de um inventário de GEEs pode representar a antecipação de futuras legislações nacionais. “Isso ocorre devido ao fato do Brasil ter assumido compromissos internos e também no âmbito de tratados internacionais sobre o clima global. Se a empresa estiver preparada, ela não será surpreendida diante de futuras exigências legais”, diz Carlos Roberto Sanquetta.

4. Melhor gestão ambiental = menos efeito estufa
Com o inventário em mãos é possível gerenciar as emissões de carbono. “E esse conhecimento adquirido faz com que o uso dos recursos seja feito de maneira eficiente para as emissões de gases de efeito estufa”, afirma Ladvocat, que é também coordenador na ABNT do projeto “Fomento à Gestão dos Gases de Efeito Estufa e à Verificação em Pequenas e Médias Empresas”.
Isso evita possíveis danos ambientais e até mesmo multas, autuações e outros enfrentamentos que poderiam surgir com a falta de atenção ao tema.

Artigo originalmente publicado por Lygia Haydée da Exame. http://urele.com/KNfO

Publicado em Notícias | Marcado com , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

A viabilidade de um Mercado de Carbono no Brasil

Por Henrique Mendes

Mercado de CarbonoA agenda referente à Sustentabilidade está em alta na Bovespa, estivemos por lá na semana passada acompanhando o lançamento da nova carteira do ISE para 2014, e ontem participamos do evento que debateu as oportunidades e viabilidade para criação de um mercado de carbono no Brasil.

O debate foi norteado por um estudo encomendado pela BM&F BOVESPA o qual procurou analisar o cenário atual em termos de regulamentações existentes, tamanho e liquidez deste possível novo mercado. O estudo considera inicialmente a criação de um mercado regulado com adesão voluntaria, e utilizam o termo mercado voluntário pré-compliance. Nesta proposta a adesão das empresas seria uma ação voluntária, mas visando um reconhecimento e participação ativa na definição de um segundo momento onde este mercado se tornaria regulado.

Este debate surge em resposta ao movimento de vários países que decidiram tomar iniciativas próprias ao invés de aguardar uma definição global nas reuniões do clima (COPs/CMPs). Na semana passada acompanhamos o lançamento dos mercados de carbono do México e em duas novas províncias na China (Xangai e Pequim), além de diversos outros países ou estados que já tem o seu mercado em funcionamento como na Califórnia, Coréia do Sul e Québec.

Foram apresentados três modelos de mercado possíveis, baseados em experiências internacionais. O primeiro seria o de cooperação jurídica, de adesão voluntária e que buscaria unir experiências nacionais já existentes entre os estados, sem normas ou regulamentação federal , a exemplo do que está sendo feito entre o estado da Califórnia e a província de Québec. A segunda opção seria um mercado concentrado setorial, cuja estrutura institucional e jurídica seria estabelecida por lei federal, definindo limites de emissões por setores dentro de uma plataforma de registro nacional. A terceira opção configuraria um mercado híbrido, onde o governo federal criaria o arcabouço legal e definiria a regulamentação para alguns setores, deixando para os estados a opção de criar suas regras para os demais setores não contemplados em nível federal.

Dentre os principais desafios apresentados para criação de um mercado de carbono no Brasil, encontra-se a legislação vigente. Apesar de termos uma política nacional de mudanças climáticas e várias outras leis sobre o tema, não há instrumentos suficientes para regulamentar este mercado. Além disso, é necessário definir a natureza e a titulariedade dos créditos de carbono.

O representante do ministério da Fazenda apresentou a visão do governo sobre o assunto, e garantiu que a federação está abrindo o diálogo com os governos estaduais para buscar a harmonização dentre as regulamentações existentes e tentar também padronizar a forma de relato das emissões, adotando fatores de emissões comuns a todos os participantes deste processo. É também tema de preocupação, o impacto do carbono nos preços em eventual taxação assim como ajustes necessários à distribuição das permissões e regulação de um preço mínimo para os créditos em um eventual mercado interno de redução de emissões.

A estrutura legal mínima para se criar este mercado compreende cinco etapas: 1 – Criação de uma infraestrutura regulatória e transnacional; 2- Estabelecimento de limites de emissões par um mercado cap and trade; 3- Definição de critérios e obrigações a setores e empresas; 4- Viabilização de um sistema de Monitoramento, Reporte e Verificação (MRV); 5- Criação de estímulos a geração de oferta e demanda. É necessário agora focar nestes pontos e definir as prioridades para avançar com este projeto. Ao meu ver a etapa 5 descrita acima é ponto fundamental neste assunto, pois a preocupação de um mercado voluntário é manter a demanda ativa de modo a sustentar os preços e garantir a sua viabilidade.

Publicado em Novidades | Marcado com , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Lançada a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial 2014

Foi realizado no  dia 29/11 o evento de lançamento da nova carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&F Bovespa, que entrará em vigor em 2014 e contará agora com a presença de 40 empresas (atualmente são 37) de 18 diferentes setores.

Foi uma experiência muito animadora, assistir a este evento sobre indicadores de práticas empresariais em sustentabilidade dentro do maior símbolo financeiro que é a bolsa de valores. Durante o evento os palestrantes e representantes das empresas listadas, demonstraram bastante entusiasmo em fazer parte do índice e destacaram também sua importância frente aos investidores, um ótimo sinal de que o assunto está realmente se tornando relevante dentro das empresas brasileiras.

Ao longo do evento foram apresentados vários números que demonstram a representatividade do ISE, dentre eles destaco o fato desta nova carteira contemplar o equivalente a 47,16% do total do valor das companhias com ações negociadas na Bolsa, representando R$ 1,14 trilhão em valor de mercado.

Considero interessante também destacar a tendência crescente das empresas (a convite da BM&F Bovespa) tornarem públicos seus relatórios, o que fortalece o conceito de transparência nos negócios, prática fundamental para empresas que buscam inserir a sustentabilidade em seu core business. Além disso foi bastante citada a necessidade de se identificar e computar os valores das externalidades geradas pelas atividades da empresa, que ajudam a compreenderem seus processos levando em consideração aspectos e impactos ambientais. Exemplo disso é a elaboração de inventários de emissões de carbono, que ajudam a empresa a traçar metas para reduzir de modo mais eficiente suas emissões de gases de efeito estufa.

Abaixo segue uma descrição em números desta nova carteira de empresas referência em sustentabilidade empresarial.

  • 100% das empresas publicam relatório de sustentabilidade, 95% no modelo GRI.
  • Em 93% das companhias, existe envolvimento direto dos administradores na definição do Relatório de Sustentabilidade;
  • 100% das empresas possuem compromisso com o Desenvolvimento Sustentável formalmente inserido na estratégia;
  • 98% das companhias possuem programa de educação e sensibilização sobre o desenvolvimento sustentável;
  • 95% das empresas possuem diretoria que se reporta diretamente ao primeiro escalão;
  • 58% possuem Comitê de Sustentabilidade que se reporta ao Conselho de Administração

Por Henrique Mendes

Publicado em Novidades | Marcado com , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Rio Clima, Plataforma SEEG e a COP 19

Por Henrique Mendes

Estamos às vésperas de mais uma conferência da ONU para negociar avanços nos assuntos ligados ao aquecimento global, e em sua 19ª edição (COP 19) a reunião será em Varsóvia, na Polônia. Aqui no Brasil estamos acompanhando uma série de eventos e debates que já preparam e indicam qual será a postura do país na negociação do próximo acordo climático, previsto para 2015 e o que já vem sendo feito por aqui em termos de relato e redução de emissões.

No final de outubro (28 e 29/10) aconteceu o RioClima, uma conferência com representantes nacionais e internacionais que apresentaram estudos e propostas relacionadas as mudanças climáticas no mundo. Dentre os temas debatidos teve grande destaque a adoção de indicadores paralelos ao Produto Interno Bruto (PIB) para avaliar o desenvolvimento de uma Nação. Além disso entrou na pauta metas de redução de emissões, imposto sobre carbono e estratégias para estímulo à economia de Baixo Carbono. A proposta do evento foi reunir em um documento final todo o conteúdo proposto durante os debates para apresentá-lo na Convenção das Partes a partir desta segunda-feira (11/11).

Seguindo a agenda de debates e iniciativas, foi lançado ontem (07/11) em são Paulo o SEEG –Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Trata-se de uma plataforma do Observatório do Clima que compreende a realização de estimativas anuais das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil, contendo uma grande quantidade de dados, gráficos e publicações contemplando as emissões nacionais no período de 1990 a 2012, sendo que a proposta desta iniciativa é manter o SEEG atualizado anualmente.

Aliado a estes eventos técnicos que precedem a reunião do clima, foi amplamente comunicada esta semana a notícia de que as concentrações de GEE na atmosfera bateram novo recorde em 2012. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, se continuarmos a emitir estes gases causadores do efeito estufa (CO2, CH4 e N2O), na proporção em que estamos, o planeta pode ter sua temperatura média elevada em 4,6 graus até o final deste século, o que certamente irá gerar conseqüências catastróficas.

Atualmente o protocolo de Quioto continua válido e sendo o único acordo climático mundial legalmente vinculante. Seguindo os acordos e propostas das reuniões anteriores, a COP 19 deve ser um encontro para preparar o terreno para negociações de um novo acordo global do clima, o qual deve ser definido até 2015 para se tornar vinculante em 2020. O governo brasileiro aponta que irá defender ações voluntárias de redução de emissões dentre os países em desenvolvimento e sugerir que as nações desenvolvidas tornem suas metas mais ambiciosas. A Neutralize Carbono terá um enviado especial que irá acompanhar pessoalmente os avanços da negociação da nova plataforma. Siga-nos no Twitter e não perca nenhum detalhe.

Publicado em Novidades | Marcado com , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário